sexta-feira, 22 de março de 2019

Integração de João Pessoa ganha telão com horários das linhas

O Terminal de Integração do Varadouro (TIV) em João Pessoa está ganhando telões de cristal líquido (LCD) com 49 polegadas. Serão sete painéis informativos instalados acima da cabine de informações e pelas três plataformas. 

De acordo com a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP), os usuários poderão consultar as informações sobre o tempo que cada veículo (linha/número do ônibus) vai demorar parar chegar até o terminal. Os novos equipamentos são instalados pelo Sindicato das Empresas de Transporte Coletivos Urbanos de João Pessoa (Sintur-JP). 

“Essa é uma demanda da população e da própria Semob ao Sintur para trazer mais informação e eficiência aos usuários do sistema”, disse a Semob. Conforme a Semob, há apenas um equipamento instalado porque o sistema está em fase de testes que deve durar um mês.

Fonte: Portal Correio

STTP aciona Justiça para não deixar Campina sem ônibus

A Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos de Campina Grande (STTP) ingressou com uma ação judicial para evitar que a cidade fique sem ônibus. Operadores de transporte coletivo da cidade podem voltar a fazer novas paralisações a qualquer momento por causa de problemas com o pagamento de salários da categoria. 

O Sindicato das Empresas (Sitrans) admitiu que há risco de falência do sistema de transportes com a falta de recursos. Conforme a ação, deve haver frota mímina de 60% para linhas que atendam hospitais e casas de saúde, e 30% para as demais rotas, sob pena de multa diária de R$ 10 mil a R$ 300 mil em caso de descumprimento. 

A “tutela cautelar antecedente” já foi deferida pelo juiz do trabalho Rodrigo Anderson Ferreira de Oliveira. De acordo com o chefe da STTP, Félix Neto, o objetivo da ação judicial é manter o funcionamento da frota, mesmo que de forma reduzida, caso haja uma nova paralisação.

Fonte: Portal Correio

terça-feira, 19 de março de 2019

Sistema de transporte público está falindo e pode desaparecer de Campina Grande

O presidente do Sindicato dos Motoristas de Ônibus da cidade Antonino Macedo alertou que um ano o sistema de transportes públicos pode deixar de existir. Segundo ele, o sistema de ônibus na cidade está a beira da falência por diversos fatores. – O sistema está encolhendo e se não houver uma solução, em um ano não vai ter sistema urbano em Campina – disse. 

Antônio disse não estão descartadas novas paralisações da categoria caso não sejam efetuados os pagamentos de salários. – Vem a vários meses atrasando. Não pode acontecer isso, porque o trabalhador não pode ficar nessa situação. Se não pagarem a gente para – disse. Segundo o presidente do sindicato dos motoristas, Antonino Macedo, os ônibus pararam em protesto pelo atraso nos pagamentos de salários dos motoristas e pela falta de entrega do auxílio alimentação, em algumas empresas, há mais de um ano. 

Em resposta à reivindicação dos motoristas, o diretor institucional do Sitrans, Anchieta Bernardino, informou através da assessoria de imprensa que a “parada” era previsível e que novas paralisações podem vir a acontecer, já que "a falência do sistema é uma realidade". Ele argumentou que a situação enfrentada atualmente pelas empresas, em função de uma redução significativa dos passageiros transportados, está dificultando o cumprimento das obrigações empresariais, principalmente com o pagamento da folha salarial.

Fonte: PB Agora

Produção de ônibus avançará 20% em 2019

As encarroçadoras de ônibus acompanharam a boa movimentação do mercado brasileiro e terminaram 2018 com incremento de 39,8% na produção, totalizando 20.424 veículos, ante as 14.607 unidades que foram fabricadas em 2017. 

A Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (Fabus) credita o resultado positivo no ano passado a vários fatores que ajudaram a estimular o setor, como a redução da inflação de 10,5% para 3,6% ao ano, a diminuição da taxa de juros da economia (Selic) de 14,5% para 6,5% ao ano e a reforma trabalhista, o que fez com que o empresário retomasse a confiança, repercutindo na melhora do mercado. “Também tivemos a exigência das poltronas com acessibilidade para os ônibus rodoviários, que levou muitos empresários a antecipar suas compras, e a licitação de seis mil ônibus escolares”, diz José Antônio Fernandes Martins, presidente da Fabus. 

O dirigente comenta que aos poucos o mercado de ônibus está se recuperando, mas observa que o resultado de 2018, embora tenha sido bom, avançou sobre uma base baixa de 2017, quando a produção atingiu 14.607 unidades. “Se compararmos com 2014, quando foram fabricados 27.967 ônibus no país, estamos quase 50% abaixo.” Entre as fabricantes, a Marcopolo liderou a produção de carrocerias, com 9.454 ônibus produzidos – 5.788 unidades na fábrica de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, e 3.666 unidades na fábrica de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro (a Marcopolo Rio). Esse volume representou um crescimento de cerca de 70% sobre 2017, quando foram fabricados 5.549 veículos, segundo a Fabus.

Fonte: Fortalbus

segunda-feira, 18 de março de 2019

Motoristas de ônibus em Campina podem paralisar por tempo indeterminado

Diante da paralisação de advertência dos motoristas de ônibus na última semana em Campina Grande, devido à falta de aumento salarial alegada pela categoria, caso o quadro não mude, o sistema pode parar por tempo indeterminado. Foi o que informou o presidente do Sindicato dos Motoristas, Antonino Macedo. 

Ele destacou que os motoristas estão desde 2018 sem receber aumento salarial e que, neste ano em curso, os empresários já tiveram um amento de R$ 40 centavos no preço da passagem, mas, até o momento, esse valor não foi repassado aos profissionais. – Não suportamos mais o que vem ocorrendo. Em 2018 os motoristas do transporte público não tiveram nenhum aumento salarial porque os patrões disseram que não podiam pagar, alegando que as empresas estavam com dificuldades, mas agora eles tiveram um aumento de R$ 40 centavos na passagem e continua do mesmo jeito, fracionando o salário. Tem empresa que há um ano não repassa o ticket de alimentação e agora nem o adiantamento da quinzena estão querendo pagar, alegando que não têm dinheiro – disse.

Ainda de acordo com Antonino, caso a situação não se resolva a categoria poderá parar, por tempo indeterminado, após o dia 20 de março.

Fonte: Paraíba Online

Redução em linhas e rotas pode ser a salvação do transporte público em Campina

O superintendente de Trânsito e Transportes Públicos de Campina Grande, Félix Neto, disse que vê com preocupação as paralisações dos motoristas de ônibus na cidade, devido à falta de aumento salarial e pagamento de vantagens, como o ticket alimentação, alegada pela categoria. Durante entrevista concedida à Rádio Campina FM, Félix disse que os motoristas já vêm, há bastante tempo, reclamando por atraso no pagamento dos seus proventos. 

– Existe um estudo técnico no sentido do enxugamento das próprias linhas, para que haja ajustes em locais onde já são atendidos pelo transporte público. Evidentemente que é um estudo que tem que ser feito com muita cautela porque Campina Grande só tem 200 ônibus, que atende à necessidade em pontos essenciais da cidade, mas as dificuldades são outras, são do ponto de vista de reclamação como insegurança, enfim, tudo isso que afeta o transporte público como um todo. Há um entendimento nesse sentido de levar soluções por esse caminho – ressaltou. 

Félix disse ainda que há um cuidado para que o transporte público não seja extinto na cidade por força de clandestinos, da insegurança e da necessidade de ter mais qualidade e melhor serviço.

Fonte: Paraíba Online
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