quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Campina ganha 10 novos ônibus da Transnacional

Os usuários do sistema de transporte coletivo de Campina Grande receberam nesta terça-feira (19), dez novos ônibus que passam a fazer parte da frota do município. O investimento foi de aproximadamente R$ 4 milhões (cerca de R$ 400 mil por ônibus) e representa o início do processo de renovação de 20% da frota local, composta atualmente por 220 veículos destinados ao transporte coletivo de passageiros.
Os novos veículos, que pertencem à empresa Transnacional, do Grupo A. Cândido, foram entregues no pátio em frente à Superintendência de Trânsito e Transporte Público (STTP), com as presenças do prefeito Romero Rodrigues, diretores do Grupo A. Cândido e membros do Conselho Municipal de Transporte Público. 
O prefeito Romero Rodrigues lembrou que a aquisição desses novos veículos estava assegurada pelas empresas do transporte coletivo desde julho, em atendimento às exigências do COMUTP. "Desde o início da gestão havia o compromisso de renovação da frota, o que foi garantido quando da última reunião do Conselho. Quando decidiu-se pelo reajuste da tarifa, houve o compromisso, acordado com os empresários do sistema de transporte coletivo, de renovação da frota ", declarou Romero. 

Segundo Romero Rodrigues, além dos dez veículos entregues nesta terça-feira, outros dez coletivos zero quilômetro serão entregues à população de Campina Grande nos próximos meses, garantindo a renovação de 20% da frota atual. Além de veículos novos, haverá ainda neste ano a entrega de 13 ônibus seminovos. "Gradativamente, será feita a renovação da frota", disse o prefeito.

Fonte: Portal Correio

Frota de carros cresce em João Pessoa e cada vez mais os ônibus são deixados de lado

A política de mobilidade urbana prevê um transporte público de qualidade, para que os cidadãos troquem seus veículos particulares pelos ônibus. Mas, na prática, as cidades estão indo na contramão. Em João Pessoa, as empresas de coletivos contabilizam 2 milhões de passageiros a menos, por mês, em relação ao que existia nos anos 90. 
Trânsito na Avenida Epitácio Pessoa
No Brasil, um estudo da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) aponta que em 2013, 175 milhões de passageiros deixaram de usar ônibus no País. Para a Associação das Empresas de Transportes Coletivos de João Pessoa (AETC-JP), a explicação é a facilidade de se adquirir um veículo, hoje, principalmente motocicletas. Os números oficiais confirmam a tendência. Dados do Detran apontam que em cinco anos, a frota de motos cresceu 74% na Paraíba, saltando de 241.451 (em 2009), para 420.517 (em 2013). Até julho deste ano, as motos somavam 438.712. Com isso, as empresas perdem usuários. 

Mas para os ex-passageiros o argumento é outro: ônibus superlotados e sucateados, viagens demoradas. O vendedor João Paulo Duarte mora em Bayeux e trabalha em João Pessoa. Cansado de enfrentar de 30 a 40 minutos de ônibus todos os dias para chegar à empresa, comprou uma moto e garante que valeu a pena. “Hoje, faço o percurso em 10 minutos. Dá tempo até ir almoçar em casa e descansar um pouco antes de voltar, o que antes era impossível”, disse. 

Fonte: Portal Correio

Os idosos no transporte coletivo da Capital

Na quarta-feira 13 de outubro a AETC-JP esteve no Conselho Municipal dos Direitos dos Idosos de João Pessoa (CMDI-JP). Participando de uma reunião extraordinária daquele colegiado atendendo ao convite que nos fora feito por sua presidente, Irene Delgado de Araújo. Na pauta da reunião constou o assunto “transporte urbano de João Pessoa”, vez que os membros desse importante órgão de defesa dos direitos dos idosos pretendiam – e assim o fizeram – apresentar situações de desconforto que têm ocorrido nos ônibus de nossa cidade em face, como disseram, de condutas inadequadas por parte de alguns motoristas. 
Estas atitudes inadequadas corresponderiam principalmente a “partidas e freadas bruscas”, assim como “não prestar bem atenção quando da entrada ou descida das pessoas, dando a largada do ônibus sem que estas pessoas concluam a subida ou a descida... e como conseqüência caem e se machucam”. Reclamaram também que há motoristas que “queimam a parada” quando percebem que o passageiro que está no “ponto do ônibus” é pessoa idosa “só porque não pagam a passagem” – destacaram! Pior: disseram que há motoristas que informam que não param para idosos “por orientação dos donos dos ônibus”! Claro que não procede essa justificativa de que a “queima de parada” seja por orientação das empresas. 

O setor empresarial têm consciência de suas responsabilidades sociais e principalmente para com as pessoas idosas e de necessidades especiais, isto tão caracterizado que desde alguns anos a Unitrans mantém um projeto denominado “Melhor Idade”, com o qual disponibiliza um ônibus todo caracterizado para esse fim e que tem apoiado os vários grupos dessa “melhor idade” em passeios por nossa terra e cuja maior baluarte desse projeto foi dona Creuza Pires! Na reunião foram apresentados três casos de idosos que se machucaram por queda dentro do ônibus. Foi solicitado a identificação veicular porque naquele momento da reunião circulavam pelas ruas de João Pessoa nada menos do que 468 ônibus, realizando, a cada dia, bem mais que 4 mil viagens. Daí ser importante que a reclamação aconteça, mas com a identificação do veículo, para evitar uma indevida generalização de mal procedimento por um efetivo de cerca de 1.300 motoristas!

por Mário Tourinho

terça-feira, 19 de agosto de 2014

BRT de João Pessoa só deve ser entregue em 2016

Os corredores para o BRT e os próprios ônibus bi-articulados só devem começar a rodar em 2016. A informação foi repassada pelo secretário de Articulação Política da Capital, Adalberto Fulgêncio. “Nós vamos adquirir ônibus grandes que vão percorrer a cidade em corredores exclusivos. Acreditamos que podemos entregar esses corredores até 2016”, pontuou. 
Créditos: Marcopolo / Montagem: Renatto Passos
Confrontado com a demora para a implantação dos BRTs e se não seria possível agilizar esse prazo, Fulgêncio explicou. “Poderemos, de maneira geral, pensar que nos principais corredores ter faixas exclusivas para ônibus. Mas terminamos correndo o risco de aumentar a lentidão no trânsito. A faixa exclusiva pode fazer com que ela transforme a via num comboio de ônibus”. 

Projeto BRT de João Pessoa
A preocupação do secretário é que será preciso fazer reentrâncias para o desembarque e embarque dos passageiros, obra que não existe na maioria das paradas dos ônibus de João Pessoa. “A cidade vai sentir as dores do crescimento. Nós não temos como não sofrer essas dores inerentes a qualquer cidade”, ressaltou, dando a entender que haverá um certo caos para que possam ser implantadas as obras. Segundo o secretário, a cidade não foi construída e planejada para ter essa quantidade de automóveis que hoje tomam as vias dos bairros e do centro. “Precisamos trabalhar nessa perspectiva de transporte público. Vamos fazer com que o conselho da cidade passe a discutir isso (número de automóveis), incluindo aí a discussão tarifária, além do uso do imposto da CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico). Porque a CIDE ao invés de ser utilizada só para União, não pode ser usar para a malha interna das cidades?”, questionou

Fonte: Paraíba.com
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